Vivendo intensamente...

Quase um diário de viagem, ideias e pensamentos.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

De volta a cidade de pedra, cheguei em Buenos Aires.


A última conexão na cidade portenha:



O Aeroparque pra variar sempre lotado e ainda em obras, com seus mal humorados trabalhadores portenhos.
Fui primeiro em uma " Lan house" para pegar o endereço da Fernanda Nunes no Facebook, $15 pesos.
Tive que fazer mais um câmbio para pegar o táxi e estava bem ruim, troquei 100 reais: $ 220 pesos.
Fiquei na dúvida em ir de ônibus, então passei no ponto de informações turísticas e acabei descobrindo que seria difícil chegar lá de ônibus, optei em pegar um remi em uma operadora.
Fui muito bem atendida até, e o carro era novo e não velho como na última vez. O motorista até brincou com o peso da minha mala.
Um pouco de trânsito e quase nenhuma conversa no carro. Aliás o motorista ficou bem chateado quando eu abri o vidro para comprar um buquê de rosas com um homem que vendia enquanto o sinal estava fechado.
Disse que era perigoso e que muitas pessoas são assaltadas assim, mas não vi perigo no momento.
Cheguei na porta do prédio da Nanda, total da viagem: $ 80 pesos.
Ela e eu nunca nos vimos antes, eu estava meio ansiosa, mas ela desceu para me ajudar com a bagagem e eu entreguei a ela o buquê e recebi um bom abraço da minha Xará.
O apartamento dela é dividido com outros brasileiros, sendo mais três mulheres, a arretada Rose, a linda guria Cris e a Baiana Nati, para completar o grupo o impagável baiano Denis. A Nanda também completa o time baiano da casa.
Fui muito bem recebida, a noite eles fizeram uma social com cerveja, um empadão de frango maravilhoso,  muita dança e risadas.




Descobri um esquema ótimo para trocar pesos com outros brasileiros que estudam no país, a cotação foi ótima.
O Bairro que eles moram é um bairro judeu, o tempo todo era possível ver os velhos e novos ortodoxos com a sua prole a tira colo.
Infelizmente não pude tirar muitas fotos, com medo de andar na rua com a câmera. Ultimamente Buenos Aires passa por uma das piores crises do país, a inflação tem criado diversos problemas e um deles é a violência, todos eles tinham uma história chata de assalto, furto, roubo, para contar.
Como era a minha terceira vez em Buenos Aires, já não tinha muita coisa pra ver de novo, mas fui novamente a feira da Recoleta para fazer umas comprinhas. Fico louca com a quantidade de coisa linda, principalmente as jóias de prata e todos os tipos de artesanato que é vendido, mas os preços não estavam muito atraentes.
Comprei perfumes e cordões de prata com a pedra rosada que só existe na Argentina para as minhas irmãs e minha mãe.
Fui a um Pub com eles onde comemoramos o aniversário da Cris, se eu não me engano se chamava Alamo.
O local tem três andares e fica cheio em todos ambientes, com um happy hours onde a cerveja só é de graça até as 20h para a mulherada.
A entrada é paga, acho que foi $20 pesos.
Cada vez que eu ia ao banheiro era uma festa e finalmente eu me senti bem recebida em Buenos Aires. Conheci alguns meninos bem simpáticos e a música era boa.

Mas eu não estava em Buenos Aires para beber ou fazer compras, o objetivo era ir para o Festival Tranceland, estava ansiosa por isso...















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